{"id":91326,"date":"2020-12-16T13:10:20","date_gmt":"2020-12-16T11:10:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ekoenergy.org\/what-is-the-cen-standard-process-all-about\/"},"modified":"2021-04-21T16:56:27","modified_gmt":"2021-04-21T13:56:27","slug":"what-is-the-cen-standard-process-all-about","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ekoenergy.org\/pt\/what-is-the-cen-standard-process-all-about\/","title":{"rendered":"Qual \u00e9 o processo do Comit\u00ea de Padroniza\u00e7\u00e3o Europeu?"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"311\" src=\"https:\/\/www.ekoenergy.org\/wp-content\/uploads\/\/Adam-and-Katrien-CEN-Standard-1024x311.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-90532\" srcset=\"https:\/\/www.ekoenergy.org\/wp-content\/uploads\/Adam-and-Katrien-CEN-Standard-1024x311.png 1024w, https:\/\/www.ekoenergy.org\/wp-content\/uploads\/Adam-and-Katrien-CEN-Standard-320x97.png 320w, https:\/\/www.ekoenergy.org\/wp-content\/uploads\/Adam-and-Katrien-CEN-Standard-768x233.png 768w, https:\/\/www.ekoenergy.org\/wp-content\/uploads\/Adam-and-Katrien-CEN-Standard-1536x466.png 1536w, https:\/\/www.ekoenergy.org\/wp-content\/uploads\/Adam-and-Katrien-CEN-Standard-2048x622.png 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><sub>Imagem do 29 de Novembro do workshop no <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCEPyZLWbFll_LkHL0JQMD-w\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">canal de Youtube do AIB<\/a><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/user\/AIBsecgen\"> <\/a><\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A demanda dos consumidores para o uso de energia renov\u00e1vel e o seu interesse em relatar o seu consumo incrementou os chamados \u201csistemas de registro e cr\u00e9dito\u201d em v\u00e1rias partes do mundo. Esses s\u00e3o sistemas de Atributos de Certificados de Energia, como os de Garantia de Origem na Europa e RECs nos EUA. Se voc\u00ea est\u00e1 familiarizado com o sistema de Garantia de Origem (GO), \u00e9 poss\u00edvel que voc\u00ea j\u00e1 tenha ouvido falar sobre as regras do Sistema de Certificado de Energia Europeu (EECS), que s\u00e3o reguladas pela Associa\u00e7\u00e3o das Entidades Emitentes (AIB), e aplicada por seus membros.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas regras fixam um padr\u00e3o volunt\u00e1rio para esquemas de Garantia de Origem para que os certificados de um pa\u00eds membro da Associa\u00e7\u00e3o das Entidades Emitentes possam ser facilmente e confiavelmente transferidos para outro pa\u00eds membro da Associa\u00e7\u00e3o. Entretanto, a participa\u00e7\u00e3o na Associa\u00e7\u00e3o das Entidades Emitentes \u00e9 volunt\u00e1ria, e enquanto a maior parte dos membros da Uni\u00e3o Europeia tamb\u00e9m s\u00e3o membros da Associa\u00e7\u00e3o das Entidades Emitentes, nem todos o s\u00e3o. Por isso \u00e9 que as novas Diretivas para Energias Renov\u00e1veis n\u00e3o se referem \u00e0s regras do EECS no artigo sobre as Garantias de Origem, mas para um Padr\u00e3o Europeu em Garantias de Origem (CEN EN 16325) que est\u00e3o sendo atualizadas para refletir a legisla\u00e7\u00e3o Europeia mais atualizada.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Rastreamento confi\u00e1vel e compatibilidade com mecanismos de mercado internacionalmente aceitos est\u00e3o entre os crit\u00e9rios para o r\u00f3tulo ecol\u00f3gico EKOenergy. Por essa raz\u00e3o, n\u00f3s observamos e seguimos o desenvolvimento de diferentes esquemas pelo mundo para guiar os usu\u00e1rios de EKOenergy para as melhores pr\u00e1ticas dispon\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p><br>Para oferecer alguma percep\u00e7\u00e3o sobre o processo do Comit\u00ea de Padroniza\u00e7\u00e3o Europeu, tivemos uma conversa com <strong>Katrien Verwimp<\/strong>, <strong>da Associa\u00e7\u00e3o das Entidades Emitentes<\/strong>, e <strong>Adam White<\/strong>, <strong>da RECS Internacional<\/strong>, sobre o processo consensual afetando o mercado europeu de Garantias de Origem.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>EKOenergy: O que \u00e9 \u201cEECS\u201d e o que ser\u00e1 o Comit\u00ea de Padroniza\u00e7\u00e3o Europeu?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Katrien Verwimp (AIB): \u201cEECS\u201d significa \u201cSistema de Certificado de Energia Europeu\u201d, e foi desenvolvido na Associa\u00e7\u00e3o das Entidades Emitentes (AIB) nas \u00faltimas 2 d\u00e9cadas. A AIB e a RECS International eram uma s\u00f3 organiza\u00e7\u00e3o. Mas, em virtude do crescimento do sistema, foi decidido que deveria existir independ\u00eancia entre os participantes do mercado e os operadores do sistema. O Sistema de Certificado de Energia Europeu (EECS) foi desenvolvido desde o in\u00edcio pela RECS International pelo lado do mercado, e a AIB, do lado do sistema, como um sistema de certificado gen\u00e9rico para todas as fontes energ\u00e9ticas (como eletricidade e g\u00e1s). Ele fornece um padr\u00e3o volunt\u00e1rio para gerenciar um sistema de certifica\u00e7\u00e3o comumente aceito e confi\u00e1vel. Permite que a transfer\u00eancia internacional dos certificados de uma forma padronizada, o que leva \u00e0 efici\u00eancia no manejo e tamb\u00e9m assegura confian\u00e7a. De 2001 em diante, esse sistema volunt\u00e1rio foi parcialmente codificado na legisla\u00e7\u00e3o europeia por subsequentes Diretivas de Energia Renov\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>O Padr\u00e3o da EECS \u00e9 constru\u00eddo nas regras da EECS, criadas conjuntamente pelas entidades emitentes. As Garantias de Origem (GO) s\u00e3o um dos tipos de certificados gerenciados pelas regras da EECS. At\u00e9 o momento, existem 26 pa\u00edses que est\u00e3o conectados pelo sistema EECS, e 29 entidades emitentes como membros da AIB (a B\u00e9lgica tem 4 entidades emitentes).<\/p>\n\n\n\n<p>As normas da EECS consistem em um combinado de regras gen\u00e9ricas contendo os princ\u00edpios primordiais bem como alguns documentos subsidi\u00e1rios que complementam em variados aspectos. E tamb\u00e9m existem as \u201cfolhas de fatos\u201d, que oferecem outra camada de informa\u00e7\u00f5es mais din\u00e2micas como c\u00f3digos de pa\u00edses, c\u00f3digos de matrizes energ\u00e9ticas, c\u00f3digos de plataformas de transfer\u00eancia\u2026 C\u00f3digos de tecnologia tamb\u00e9m podem ser adicionados. Muitas informa\u00e7\u00f5es din\u00e2micas podem ser mantidas, e as regras da EECS incluem o conceito de Protocolo de Dom\u00ednio, que \u00e9 um documento padronizado em um formato padronizado, mas cada pa\u00eds possui o seu. Em um protocolo de dom\u00ednio, para um dom\u00ednio geogr\u00e1fico espec\u00edfico, a entidade emitente que \u00e9 respons\u00e1vel pelo dom\u00ednio elabora as regras e princ\u00edpios para o seu pr\u00f3prio sistema. E o Protocolo de dom\u00ednio \u00e9, basicamente, uma parte do Sistema de EECS tamb\u00e9m. Em um protocolo de dom\u00ednio tamb\u00e9m existe um sistema de gerenciamento de qualidade, onde h\u00e1 uma revis\u00e3o de qualidade entre pares, feita pelos membros da AIB, e uma revis\u00e3o profissional feita pela pr\u00f3pria AIB, que checa regularmente, a cada dois anos.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p><strong>\u201cEnquanto o padr\u00e3o EN16325 busca garantir que as Garantias de Origem (GOs) em todos os pa\u00edses s\u00e3o confi\u00e1veis, os detalhes para opera\u00e7\u00f5es eficientes s\u00e3o acordados conjuntamente entre as entidades emitentes em EECS\u201d<\/strong><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Como isso \u00e9 ligado ao Padr\u00e3o CEN? O Padr\u00e3o fixar\u00e1 regras para sistemas de Garantia de Origem em todos os pa\u00edses do Mercado Interno Europeu (Estados Membros da Uni\u00e3o Europeia e outros pa\u00edses da \u00c1rea Econ\u00f4mica Europeia, como Noruega, Isl\u00e2ndia e Liechtenstein). Al\u00e9m disso, o \u00e2mbito do EECS tamb\u00e9m inclui a Su\u00ed\u00e7a e as partes contratantes da Comunidade Energ\u00e9tica. As regras do EECS se aplicam aos pa\u00edses membros da AIB, incluindo a grande maioria dos pa\u00edses do mercado interno (mas n\u00e3o todos, ex: Nem o Reino Unido e nem \u00e0 Pol\u00f4nia), e a alguns pa\u00edses do mercado n\u00e3o interno como Su\u00ed\u00e7a e S\u00e9rvia.<br>Pa\u00edses do EFTA e partes contratantes da Comunidade de Energia est\u00e3o no escopo geogr\u00e1fico da AIB. No artigo 19 da Diretiva de Energias Renov\u00e1veis, existe uma obriga\u00e7\u00e3o que de 1\u00ba de Julho de 2021 em diante os sistemas de Garantia de Origem de todos os pa\u00edses do Mercado Interno Europeu devem cumprir com o Padr\u00e3o EN16325 de Garantias de Origem. O Padr\u00e3o 16325, j\u00e1 existente, foi criado em 2013, e levemente revisado em 2015, baseado no Padr\u00e3o EECS, e, \u00e9 apenas para energia el\u00e9trica, enquanto as Garantias de Energia agora foram abertas para incluir energias renov\u00e1veis de todas as fontes energ\u00e9ticas. Desta forma, h\u00e1 a necessidade de revis\u00e3o do Padr\u00e3o EN 16325, e esse processo de revis\u00e3o teve in\u00edcio no CEN no in\u00edcio de 2020 e ainda est\u00e1 em andamento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><em>O<a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/European_Committee_for_Standardization\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> Comit\u00ea Europeu de Padroniza\u00e7\u00e3o (CEN) <\/a>\u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es p\u00fablica, cuja miss\u00e3o \u00e9 fomentar a economia da Europa pelo desenvolvimento, manuten\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de um conjunto de padr\u00f5es e regras coerentes. Os trinta e quatro membros de CEN, representando Estados Membro e membros em Ascens\u00e3o, trabalham juntos para desenvolver esses Padr\u00f5es Europeus em v\u00e1rios setores.<\/em><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>AIB est\u00e1 liderando o projeto FaStGo para promover o desenvolvimento de um padr\u00e3o de certifica\u00e7\u00e3o revisado para Garantias de Origem que possa acomodar diferentes fontes energ\u00e9ticas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ekoenergy.org\/wp-content\/uploads\/FaStGo-image.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-90574\" width=\"303\" height=\"251\" srcset=\"https:\/\/www.ekoenergy.org\/wp-content\/uploads\/FaStGo-image.png 702w, https:\/\/www.ekoenergy.org\/wp-content\/uploads\/FaStGo-image-320x265.png 320w\" sizes=\"(max-width: 303px) 100vw, 303px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><br>Para ajudar a acelerar esse processo, <a href=\"https:\/\/op.europa.eu\/en\/web\/who-is-who\/organization\/-\/organization\/ENER\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">DG ENER<\/a> contratou um servi\u00e7o, o que levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de um projeto chamado FaStGo. FaStGo \u00e9 um projeto liderado pela AIB. Muitas organiza\u00e7\u00f5es relevantes est\u00e3o contribuindo com suas experi\u00eancias, incluindo: RECS International, ERGaR, Hinicio representando CertifHy, Associa\u00e7\u00e3o Europeia de Biogas, Grexel, Gaia Consulting, CertiQ, European Energy Exchange. Juntas, essas organiza\u00e7\u00f5es trabalham em diversas tarefas, uma das quais foi providenciar uma proposta escrita para um Padr\u00e3o EM 16325 Revisado. Enquanto essa proposta escrita da FaStGo est\u00e1 integrada em um comit\u00ea provis\u00f3rio no CEN, esse padr\u00e3o, e o conte\u00fado de sua revis\u00e3o, \u00e9 claro, s\u00f3 chegar\u00e1 a um final quando um consenso for alcan\u00e7ado no CEN. E n\u00f3s n\u00e3o alcan\u00e7amos esse est\u00e1gio ainda. No entanto, a proposta do <a href=\"https:\/\/www.aib-net.org\/news-events\/aib-projects-and-consultations\/fastgo\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">FaStGO<\/a> foi amplamente consultada com as partes do mercado. <\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea tamb\u00e9m pode consultar as 285 p\u00e1ginas de respostas de consultas e os relat\u00f3rios nos resultados dessa consulta. Isso resultou numa proposta em texto de FastGO que foi publicado em 08 de Julho de 2020. Os componentes b\u00e1sicos dessa proposta de texto s\u00e3o muito similares ao conte\u00fado das regras do EECS. Isso significa, em termos da cria\u00e7\u00e3o de um sistema de certificado gen\u00e9rico, feito para todas as fontes energ\u00e9ticas e tendo se\u00e7\u00f5es separadas por fonte energ\u00e9tica e tamb\u00e9m muito conhecimento e a for\u00e7a das regras da EECS foram incorporadas ali.<\/p>\n\n\n\n<p>Claro que existem peculiaridades que devem ser levadas em considera\u00e7\u00e3o para cada fonte energ\u00e9tica, e isso pode ser feito em se\u00e7\u00f5es dedicadas por fonte energ\u00e9tica. Essa \u00e9 a abordagem acordada na CEN. Os padr\u00f5es da CEN n\u00e3o s\u00e3o facilmente adapt\u00e1veis, ent\u00e3o tudo que est\u00e1 l\u00e1, ficar\u00e1 por um bom tempo. Isso \u00e9 diferente com as regras da EECS, que as entidades emissoras modificam ap\u00f3s consenso quando a mudan\u00e7a \u00e9 necess\u00e1ria. Essa necessidade de mudan\u00e7a, em raz\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o din\u00e2mica, a maior parte \u00e9 mantida em folhas de informa\u00e7\u00f5es e documentos subsidi\u00e1rios das regras do EECS, s\u00e3o aconselhadas a n\u00e3o ser incorporados no padr\u00e3o da CEN, porque o mercado pode precisar de mais \u00e1geis ajustes enquanto estives se desenvolvendo, especialmente para as novas fontes energ\u00e9ticas. Depois que um padr\u00e3o CEN obrigat\u00f3rio \u00e9 implementado, tamb\u00e9m faz sentido para as entidades emissoras fazerem uma plataforma para apoiar a sua opera\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica.<br>Al\u00e9m de ser uma plataforma para trocar experi\u00eancia, e de co-desenvolvimento de regras ainda mais detalhadas, uma parte importante do sistema EECS \u00e9 ser um polo de comunica\u00e7\u00e3o para transfer\u00eancia transnacional. O protocolo de dados e o sistema de inform\u00e1tica e os acordos relacionados s\u00e3o melhores em um padr\u00e3o volunt\u00e1rio e em enquadramento contratual, que \u00e9 mais flex\u00edvel e adapt\u00e1vel, em vez de integrado em um padr\u00e3o que tem for\u00e7a em sua solidez, mas n\u00e3o pode ser facilmente modificado a necessidades vari\u00e1veis. Em s\u00edntese, enquanto o Padr\u00e3o EN16325 busca assegura que GOs em todos os pa\u00edses s\u00e3o confi\u00e1veis, detalhes para opera\u00e7\u00e3o eficiente s\u00e3o conjuntamente acordados entre as entidades emitentes da EECS.<br><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O Padr\u00e3o CEN planejar\u00e1 as regras para determinar o que faz um sistema GO confi\u00e1vel e preciso<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Qual \u00e9 a raz\u00e3o para desenvolver um novo Padr\u00e3o para Garantias de Origem?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Adam White (RECS International): <\/strong>Para participantes do mercado tudo se trata de confian\u00e7a no mercado e ser capaz de operar de forma eficiente num mercado \u00fanico, atrav\u00e9s de jurisdi\u00e7\u00f5es. Estou certo que voc\u00ea sabe, sendo da EKOenergy, que o que fica dif\u00edcil s\u00e3o as diferentes regras em pa\u00edses diferentes para datas de validade ou quem pode ter uma conta, e a\u00ed em diante, e nossa contribui\u00e7\u00e3o para FastGO, e para o processo CEN como um todo \u00e9 tentar minimizar essas diferen\u00e7as entre os Estados Membros, mas algumas delas provavelmente permanecer\u00e3o. Ent\u00e3o, \u00e9 realmente um esfor\u00e7o para aumentar a padroniza\u00e7\u00e3o e harmoniza\u00e7\u00e3o o m\u00e1ximo poss\u00edvel. O fato de que o Padr\u00e3o est\u00e1 escrito no Artigo 19 da REDII \u00e9 um grande passo adiante, mas n\u00e3o ser\u00e1 uma completa harmoniza\u00e7\u00e3o do sistema, assim que entrarem em vigor, ent\u00e3o ainda h\u00e1 trabalho a ser feito.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Katrien:<\/strong> Adam White (RECS International): Para participantes do mercado tudo se trata de confian\u00e7a no mercado e ser capaz de operar de forma eficiente num mercado \u00fanico, atrav\u00e9s de jurisdi\u00e7\u00f5es. Estou certo que voc\u00ea sabe, sendo da EKOenergy, que o que fica dif\u00edcil s\u00e3o as diferentes regras em pa\u00edses diferentes para datas de validade ou quem pode ter uma conta, e a\u00ed em diante, e nossa contribui\u00e7\u00e3o para FastGO, e para o processo CEN como um todo \u00e9 tentar minimizar essas diferen\u00e7as entre os Estados Membros, mas algumas delas provavelmente permanecer\u00e3o. Ent\u00e3o, \u00e9 realmente um esfor\u00e7o para aumentar a padroniza\u00e7\u00e3o e harmoniza\u00e7\u00e3o o m\u00e1ximo poss\u00edvel. O fato de que o Padr\u00e3o est\u00e1 escrito no Artigo 19 da REDII \u00e9 um grande passo adiante, mas n\u00e3o ser\u00e1 uma completa harmoniza\u00e7\u00e3o do sistema, assim que entrarem em vigor, ent\u00e3o ainda h\u00e1 trabalho a ser feito.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Adam: <\/strong>O sistema de GO\u2019s \u00e9 relativamente complicado para usu\u00e1rios finais interagirem com, e at\u00e9 mesmo usu\u00e1rios com muitos recursos podem achar dif\u00edcil de entender. Isso inclui o ponto fundamental da necessidade de separar os atributos da unidade de energia, como representado pela Garantia de Origem da energia f\u00edsica subjacente. E assim, quanto mais claro e direto o padr\u00e3o possa ser, melhor. Obviamente existem muitos detalhes a serem inclu\u00eddos em seus princ\u00edpios, por isso \u00e9 que eu falo que \u00e9 muito importante para todos os participantes, grande e pequenos, incluindo agregadores e fam\u00edlia, terem a confian\u00e7a de que o padr\u00e3o existe, e \u00e9 respeitado atrav\u00e9s das fronteias. Porque quando voc\u00ea tem um produto complicado, a governan\u00e7a por tr\u00e1s dele tamb\u00e9m parece ser complicado, e as pessoas perdem confian\u00e7a, ent\u00e3o eu penso que \u00e9 muito importante.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Voc\u00ea pode dar alguns exemplos dos principais t\u00f3picos de discuss\u00e3o na CEN?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Adam:<\/strong> Um dos t\u00f3picos excepcionais \u00e9 a certifica\u00e7\u00e3o para energia que \u00e9 majoritariamente consumida antes de alcan\u00e7ar a rede p\u00fablica, que \u00e9 popularmente conhecida como \u201cno local \/ fora do local\u201d. Eu posso falar apenas da perspectiva da REC\u2019s, porque \u00e9 uma discuss\u00e3o atual, e existem muitas opini\u00f5es diferentes. Da perspectiva da REC\u2019s, representando os nossos membros, sentimos que toda a energia que \u00e9 propriamente medida, que \u00e9 uma discuss\u00e3o em si mesma, deve ser certificada. Se a energia \u00e9 consumida antes de alcan\u00e7ar uma rede p\u00fablica, ent\u00e3o isso deve ser claramente comunicado por meio de um campo de dado na Garantia de Origem, e, desta forma, os consumidores possam identificar que tipo de energia eles querem comprar. Finalmente, ap\u00f3s intensas discuss\u00f5es, a atual revis\u00e3o da minuta do padr\u00e3o inclui uma proposta para a cria\u00e7\u00e3o de um r\u00f3tulo no n\u00edvel de dissemina\u00e7\u00e3o da energia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Katrien:<\/strong>  Eu posso confirmar que foi uma discuss\u00e3o pesada, e que tinham opini\u00f5es fortes em v\u00e1rios lados daquela discuss\u00e3o. Mas acho que o Adam resumiu os conte\u00fados da discuss\u00e3o muito bem. Para a AIB, o aspecto mais importante da hist\u00f3ria \u00e9 manter a confiabilidade do cr\u00e9dito para os consumidores. Assim, em qualquer jeito que possa ser organizado, n\u00f3s estamos buscando por solu\u00e7\u00f5es. A principal quest\u00e3o tamb\u00e9m se relaciona com o fato que existe um conceito como \u201cmistura residual\u201d no setor de eletricidade. Organizar um sistema de rastreamento tamb\u00e9m \u00e9 uma quest\u00e3o sobre como a origem da energia para as quais nenhuma Garantia de Origem \u00e9 cancelada, \u00e9 revelada aos consumidores. Isso traz o conceito de mistura residual. Tanto os dados de produ\u00e7\u00e3o quanto os dados de consumo s\u00e3o levados em conta no c\u00e1lculo da mistura residual, consequentemente, eles tamb\u00e9m est\u00e3o sendo levados em conta nas discuss\u00f5es da CEN.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto de discuss\u00e3o na CEN \u00e9 sobre a mistura de hidrog\u00eanio na rede de g\u00e1s e a identifica\u00e7\u00e3o dessa informa\u00e7\u00e3o na Garantia de Origem para transpar\u00eancia. Isso vem com a interpreta\u00e7\u00e3o das regras de uso da GO, que hoje n\u00e3o explicitam no padr\u00e3o e se relacionam ao g\u00e1s do futuro e ao mercado de hidrog\u00eanio.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Existe um consenso para padronizar o c\u00e1lculo da mistura residual nos Estados Membro?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Katrien: <\/strong>N\u00e3o existe uma tend\u00eancia para incluir os detalhes da mistura residual na CEN, mas na proposta de FaStGo existem alguns t\u00edtulos principais para serem inclu\u00eddos e tamb\u00e9m o pacote 4 de tarefas do projeto do FaStGo \u00e9 relacionado \u00e0 mistura residual. O c\u00e1lculo de mistura residual, que \u00e9 um servi\u00e7o que a AIB fornece para equilibrar os c\u00e1lculos da mistura residual atrav\u00e9s dos pa\u00edses. A metodologia foi levemente adaptada para a mistura residual el\u00e9trica e o processo de FaStGo oferece uma oportunidade de consultar isso com uma audi\u00eancia mais ampla e um n\u00famero maior de intervenientes, confirmando-se que uma mudan\u00e7a de metodologia era uma boa ideia. Esse \u00e9 um aspecto em termos de mistura residual e outro aspecto dentro do FaStGo, olhando para os t\u00edtulos para o conceito de mistura residual para outros fornecedores de energia, mas \u00e9 um processo em andamento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Mistura residual<\/strong>: refere-se ao que \u00e9 deixado ap\u00f3s os volumes representados pelas Garantias de Origem vendidas s\u00e3o extra\u00eddos do montante total gerado.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como voc\u00ea v\u00ea a linha do tempo geral desse processo?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Katrien:<\/strong> O processo CEN \u00e9 um processo de consenso, e \u00e9 t\u00e3o dif\u00edcil de se prever quando um n\u00edvel de acordo ser\u00e1 alcan\u00e7ado. No entanto, eu n\u00e3o acho que ter\u00e1 um Padr\u00e3o CEN finalmente confirmado e votado muito antes da implementa\u00e7\u00e3o legal do prazo do Artigo 19 da Diretiva de Energias Renov\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>As Regras da EECS est\u00e3o publicamente dispon\u00edveis. O Padr\u00e3o CEN ser\u00e1 t\u00e3o transparente assim?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Katrien:<\/strong> N\u00e3o, o Padr\u00e3o CEN estar\u00e1 dispon\u00edvel para compra. Todos poder\u00e3o compra-lo, mas as entidades emitentes dever\u00e3o respeit\u00e1-lo, se eles foram nomeados para implementarem o Artigo 19 como uma entidade emitente de Garantia de Origem. Os Estados Membro precisam garantir que eles tenham implementado o Padr\u00e3o CEN.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>CEN tamb\u00e9m est\u00e1 trabalhando em um padr\u00e3o para g\u00e1s e calor. Isso significa que haver\u00e1 3 padr\u00f5es diferentes, ou haver\u00e1 um que ser\u00e1 aplicado para GO para todos os tipos de energia?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Katrien: <\/strong>Houve um acordo que haver\u00e1 um padr\u00e3o gen\u00e9rico para todas as Garantias de Origem com se\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para fornecedor de energia. Existe uma boa raz\u00e3o para colocar tudo em um s\u00f3 padr\u00e3o e isso \u00e9 porque o conceito de convers\u00e3o de fornecedor de energia, tanto como biometano sendo convertido em eletricidade, eletricidade pode ser convertida em hidrog\u00eanio, e hidrog\u00eanio pode ser convertido novamente em eletricidade, ou em outra dire\u00e7\u00e3o. A fonte de energia original \u00e9 a que est\u00e1 na primeira Garantia de Origem, deve ser mantida na Garantia de Origem que ser\u00e1 emitida ap\u00f3s a convers\u00e3o de energia.<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, fonte de energia \u201cbiomassa da agricultura\u201d na Garantia de Origem do Biometano seria mantido na GO de eletricidade, se o biometano fosse convertido em eletricidade e uma GO de biometano fosse cancelado por isso. Nesse exemplo, Garantia de origem por eletricidade apenas pode ser emitida pelo montante de produ\u00e7\u00e3o de energia medida, enquanto o montante de GO de biometano a ser cancelado deve corresponder \u00e0 quantidade inserida e medida de metano dentro do dispositivo de produ\u00e7\u00e3o el\u00e9trica. Basicamente, pode haver convers\u00e3o de GO quando h\u00e1 convers\u00e3o de portador de energia f\u00edsica. Para assegurar que esses sistemas de Garantias de Origem para fontes de energia diferentes s\u00e3o compat\u00edveis s\u00e3o compat\u00edveis e para assegurar a preven\u00e7\u00e3o da contagem dupla, existe uma necessidade de um sistema gen\u00e9rico de Garantias de Origem com o mesmo tipo de sistemas de dados e processos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-pullquote is-style-solid-color\"><blockquote><p>\u201cUma vez que voc\u00ea muda para mercado de multi volumes, padroniza\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial, caso contr\u00e1rio o custo do manuseio manual simplesmente prejudicar\u00e1 o desenvolvimento do mercado.\u201d<\/p><\/blockquote><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como voc\u00ea v\u00ea o papel da AIB (Associa\u00e7\u00e3o das Entidades Emissoras), o desenvolvedor do Padr\u00e3o EECS, nesse novo cen\u00e1rio e novos est\u00e1gios de consenso?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Katrien: <\/strong>AIB sempre foi um provedor de solu\u00e7\u00f5es para seus membros, e continua a ser. Al\u00e9m do seu padr\u00e3o formal, existem necessidades cont\u00ednuas para implementa\u00e7\u00e3o detalhada de acordos que est\u00e3o sujeitas a demandas flex\u00edveis, ent\u00e3o continuar harmonizando e padronizando os detalhes ainda faz sentido para estabelecer efici\u00eancia. Al\u00e9m disso, AIB fornece um f\u00f3rum robusto de discuss\u00e3o para entidades emissoras para chegarem a um acordo. AIB tem at\u00e9 mesmo um processo de decis\u00e3o padronizado entre essas entidades emissoras, para um processo de desenvolvimento constante. Ademais, AIB facilita uma solu\u00e7\u00e3o de TI para a transfer\u00eancia entre fronteiras, que tamb\u00e9m \u00e9 um servi\u00e7o apreciado por seus membros.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A ades\u00e3o na AIB sempre foi volunt\u00e1ria e pode ser vista como uma oportunidade que o padr\u00e3o formal pelo menos sincroniza o n\u00edvel de qualidade dos princ\u00edpios que eles garantem nos esquemas de GO, incluindo pa\u00edses onde a entidade emissora n\u00e3o \u00e9 um membro da AIB.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Existem membros n\u00e3o Europeus da CEN, alguns desses pa\u00edses, fora do mercado \u00fanico, est\u00e3o querendo se juntar ao sistema EECS de Garantia de Origem, enquanto alguns est\u00e3o adotando o padr\u00e3o I-REC. Adotar o Padr\u00e3o EECS garante acesso ao mercado \u00fanico para GOs? A ades\u00e3o a CEN afetar\u00e1 isso em longo prazo?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Katrien: <\/strong>Em longo prazo, h\u00e1 contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 efici\u00eancia se o Padr\u00e3o CEN \u00e9 aplicado em uma \u00e1rea mais ampla do que apenas onde a Diretiva de Energia Renov\u00e1vel \u00e9 aplicada, entretanto, o enquadramento legislativo europeu imp\u00f5e alguns n\u00edveis extras de qualidade, confiabilidade e preven\u00e7\u00e3o \u00e0 contagem dupla., tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o aos cr\u00e9ditos de fornecedores. Ent\u00e3o \u00e9 basicamente a \u00e1rea legislativa Europeia que \u00e9 restritiva, em vez do Padr\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A Diretiva Europeia de Energias Renov\u00e1veis tem seu escopo geogr\u00e1fico limitado, especialmente em importa\u00e7\u00f5es. Na CEN, tamb\u00e9m existem discuss\u00f5es se deveriam ou n\u00e3o existir restri\u00e7\u00f5es em exporta\u00e7\u00f5es, porque existe a quest\u00e3o do vazamento de atributos para for a do seu sistema fechado, mantendo a confiabilidade do sistema de origem para os consumidores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Adam:<\/strong> N\u00f3s vemos que com a Su\u00ed\u00e7a e possivelmente com o Reino Unido, no que diz respeito ao Brexit, e basicamente a posi\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia tem sido que voc\u00ea tem que ter um acordo comercial abrangente para alcan\u00e7ar reconhecimento m\u00fatuo das Garantias de Origem entre a Uni\u00e3o Europeia e outros pa\u00edses. At\u00e9 mesmo o arranjo su\u00ed\u00e7o de m\u00faltiplos acordos bilaterais, porque o acordo atual \u00e9 em \u00e1reas de diferentes produtos, n\u00e3o \u00e9 suficiente para alcan\u00e7ar reconhecimento m\u00fatuo e o direito de exportar Garantias de Origem para a Uni\u00e3o Europeia. Olhando para onde as negocia\u00e7\u00f5es est\u00e3o indo no momento, n\u00e3o parece que haver\u00e1 um acordo comercial abrangente entre o Reino Unido e a Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n\n\n\n<p>LEnt\u00e3o, se o Reino Unido falhar em seguir o exemplo su\u00ed\u00e7o, e, por exemplo, \u201cConsumidores do Reino Unido n\u00e3o puderem importar da Uni\u00e3o Europeia porque voc\u00eas n\u00e3o est\u00e3o permitindo que n\u00f3s exportemos para voc\u00eas\u201d, isso poria ter um grande impacto no mercado, porque o Reino Unido importa cerca de 60TWh de Garantias de Origem do mercado \u00fanico no momento. E se esse fluxo for desligado, est\u00e1 chegando a 10% \u00e0 toda a demanda da Uni\u00e3o Europeia por Garantias de Origem. Dessa forma, a esperan\u00e7a \u00e9 que o Reino Unido fa\u00e7a o que a Sui\u00e7a fez, e permita as importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas eu acho que a mensagem para pa\u00edses fora do mercado interno da UE \u00e9 clara. Existe um obst\u00e1culo significativo para ser capaz de exportar GOs para o Mercado Interno, e a associa\u00e7\u00e3o \u00e0 AIB e seguir as regras da EECS n\u00e3o \u00e9 suficiente. \u00c9 importante levar em considera\u00e7\u00e3o, porque eu acho que pode ser dif\u00edcil para pa\u00edses entenderem a diferen\u00e7a entre o Padr\u00e3o CEN e a Lei Europeia e as Regras da EECS. Voc\u00ea pode se tornar um membro do sistema EECS, e aplicar inteiramente todas as regras da EECS, e presumir que \u00e9 parte do Mercado Interno Europeu, mas voc\u00ea n\u00e3o \u00e9. Atrav\u00e9s da Nova Diretiva de Energias Renov\u00e1veis, voc\u00ea ainda tem que alcan\u00e7ar reconhecimento m\u00fatuo. E a UE, pelo menos para a Su\u00ed\u00e7a, e possivelmente tamb\u00e9m para o Reino Unido, colocou um obst\u00e1culo significativo que muitos outros pa\u00edses falhariam para superar. Enquanto nada disso \u00e9 oficial, pode-se se inferir da situa\u00e7\u00e3o da Su\u00ed\u00e7a que voc\u00ea tem que ter um acordo comercial abrangente que exceda o n\u00edvel de integra\u00e7\u00e3o da Su\u00ed\u00e7a ao Mercado Interno. E isso n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil para ser alcan\u00e7ado pelos pa\u00edses, porque se fala da sua economia inteira tendo negocia\u00e7\u00f5es com a UE. Ent\u00e3o \u00e9 um desafio extra para ser realizado, e apesar da Su\u00ed\u00e7a ter, provavelmente, um dos mais sofisticados e mais bem desenvolvidos Sistemas de Garantias de Origem EECS, ir\u00e1 sair do mercado oficial \u00fanico de Garantias de Origem da Uni\u00e3o Europeia no pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Da REC\u2019s, a mensagem aos nossos membros, n\u00f3s dir\u00edamos que se voc\u00ea est\u00e1 for a do mercado \u00fanico, ent\u00e3o voc\u00ea tem op\u00e7\u00f5es que voc\u00ea precisa entender em termos de qual sistema de GO\u2019s voc\u00ea ir\u00e1 adotar, e sua import\u00e2ncia para entender que mesmo se voc\u00ea adotar inteiramente o sistema EECS de GO\u2019s, voc\u00ea n\u00e3o ter\u00e1 necessariamente acesso ao Mercado \u00fanico Europeu. Ent\u00e3o, se voc\u00ea est\u00e1 buscando exportar, como Marrocos, por exemplo, \u00e9 particularmente importante para eles entenderem. Mais ainda para a Su\u00ed\u00e7a e o Reino Unido, que s\u00e3o importadores em rede, e podem, assim, limitar o impacto da abordagem da UE por unilateralmente permitindo a importa\u00e7\u00e3o de Gos do Mercado \u00fanico em seu pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Katrien: <\/strong>Baseada nesses argumentos, posso acrescentar que isso tamb\u00e9m surgiu na consulta da FaStGo quando estava elaborando sua proposta para esse padr\u00e3o que as restri\u00e7\u00f5es de exporta\u00e7\u00e3o e restri\u00e7\u00f5es de importa\u00e7\u00f5es s\u00e3o propostas para serem baseadas em crit\u00e9rios t\u00e9cnicos e n\u00e3o pol\u00edticos e eles devem visar assegurar a preven\u00e7\u00e3o da contagem dupla em vez de ser uma parte de um acordo pol\u00edtico por si mesmo. Ent\u00e3o, a maior raz\u00e3o para restringir importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es \u00e9, basicamente, a preven\u00e7\u00e3o \u00e0 contagem dupla, para garantir a confiabilidade do sistema. Organiza\u00e7\u00e3o para evitar cr\u00e9ditos duplos \u00e9 relacionado ao crit\u00e9rio t\u00e9cnico e \u00e9 por isso que a proposta d\u00e1 alguma aten\u00e7\u00e3o para facilitar para diferentes fornecedores de energia. Isso implica uma checagem se h\u00e1 ou n\u00e3o uma mistura residual, e como a divulga\u00e7\u00e3o \u00e9 regulada no pa\u00eds correspondente.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Seria correto afirmar que apesar das opini\u00f5es variadas, existe um entendimento comum que a padroniza\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Katrien:<\/strong> Eu penso que a AIB \u00e9 a prova viva do valor da padroniza\u00e7\u00e3o. O dimensionamento do mercado AIB est\u00e1 facilitando \u00e9 simplesmente uma ilustra\u00e7\u00e3o disso. Quando voc\u00ea come\u00e7a um mercado, especialmente agora com novos provedores energ\u00e9ticos, nas transfer\u00eancias iniciais voc\u00ea pode fazer coisas bilateralmente com acordos manuais, e lembrar-se de fazer isso tamb\u00e9m 17 anos atr\u00e1s. Mas uma vez que voc\u00ea se muda para mercados de multi volumes, padroniza\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial, caso contr\u00e1rio, o custo de lidar com isso manualmente simplesmente iria prejudicar o desenvolvimento do mercado.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p>N\u00f3s estamos imensamente gratos a Adam White e Katrien Verwimp por responderem a nossas quest\u00f5es sobre o Processo de padroniza\u00e7\u00e3o CEN. Estamos felizes em ver esse processo se desenvolver e esperamos que resulte em um mercado eficiente, robusto na Europa que sirva de inspira\u00e7\u00e3o em outras partes do Mundo.<br><br>Para saber mais sobre os resultados concretos do r\u00f3tulo EKOenergy, veja <a href=\"https:\/\/www.ekoenergy.org\/pt\/our-results\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">nossos resultados<\/a> e nosso an\u00fancio das <a href=\"https:\/\/www.ekoenergy.org\/pt\/1000000-e-raised-for-renewable-energy-projects\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">contribui\u00e7\u00f5es do Fundo Clim\u00e1tico EKOenergy excedendo 1 milh\u00e3o de euros em 2020<\/a>. Para ter uma vis\u00e3o geral do papel que r\u00f3tulos energ\u00e9ticos t\u00eam no Mercado de Energia Renov\u00e1vel, veja nosso artigo entitulado \u201c<a href=\"https:\/\/www.ekoenergy.org\/pt\/ecolabels-and-what-they-bring-to-the-renewable-energy-market\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">R\u00f3tulos Ecol\u00f3gicos e o que eles trazem ao mercado energ\u00e9tico<\/a>\u201d. Voc\u00ea pode aprender mais sobre os requerimentos de EKOenergy sobre rastreamento de energia <a href=\"https:\/\/www.ekoenergy.org\/pt\/ecolabel\/criteria\/tracking\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">aqui<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A demanda dos consumidores para o uso de energia renov\u00e1vel e o seu interesse em relatar o seu consumo incrementou os chamados \u201csistemas de registro e cr\u00e9dito\u201d em v\u00e1rias partes do mundo. 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